Na última semana durante sua passagem por Sidney, devido sua turnê com o Queen, Adam Lambert tirou um tempo para conceder uma entrevista ao “Studio 10”, onde falou um pouco sobre o começo de sua história com o Queen e sobre os dias atuais, e também sobre um dos seus ídolos, Freddie Mercury.

 

A entrevista começa com Angela dizendo que é ótimo ter Adam de volta a Austrália e ele agradece.
Angela segue perguntando sobre sua conexão com o país. Lambert responde dizendo que ele gosta do senso humor da Austrália e que as pessoas não se levam tão a sério, assim como ele é. No final, Adam conclui dizendo que rir de si mesmo é muito importante.

Angela comenta que Adam está no meio de uma turnê massiva com o Queen e pergunta sobre como tem sido.
Adam responde dizendo que tem sido incrível e que é uma loucura, pois algumas pessoas estão indo ao show [da banda] pela primeira vez; e que eles estão fazendo isso por 5 anos até então, e é sempre uma oportunidade de se conectar com novas pessoas em cada noite.

Angela questiona Lambert sobre sua conexão com o Queen e relembra que a primeira audição dele no American Idol em 2009, foi com “Bohemian Rhapsody”.
Adam responde que esse foi o começo e acha que Deus o fez cantar esta música, pois ele havia cantado uma música do Michael Jackson primeiro, mas que ninguém ouviu-a. Ele segue dizendo que os jurados olhavam-o indecisos, até que ele pediu para tentar mais uma vez e assim cantou Queen. E no fim acabou entrando no reality.

Ainda sobre sua participação no American Idol, Angela relembra que Brian e Roger compartilharam o palco com ele e o também finalista até então, Kris Allen, em uma performance de “We Are The Champions”.
Sobre a apresentação, Adam comenta que ambos ficaram com um sentimento bom [em relação a performance] e que havia sido natural.

Angela muda para o assunto Freddie Mercury, onde Adam diz que compartilha da mesma extravagância de Mercury, do drama e sua teatrialidade, seu senso de humor, e que Lambert acredita que ele nunca se levou tão a sério.
Adam declara que é importante dizer que ele não tenta ser ele [Freddie], nem imitá-lo, ele não está fazendo o que ele fazia; mas as vezes tenta pegar o espírito que ele tinha no palco.

Angela muda para o assunto sobre as músicas do Queen serem difíceis de serem interpretadas e pergunta se Adam tem um topo [de favoritas].
Ele responde dizendo que as músicas são animais, que algumas possuem diversos sentimentos e que ele tem que interpretar diferentes tipos a todo momento.

Angela então pergunta sobre os cuidados que Adam tem com sua voz durante a turnê. Ele diz que tenta ficar quieto e diz que dorme muito, toma muita água e tenta pegar leve quando eles não estão no palco para preservar sua energia.

Angela comenta sobre Brian May, elogiando-o e pergunta se eles se divertem nos bastidores e falam sobre assuntos como multiplicação.
Adam sorri e diz que ele era ruim em matemática na escola e que era uma coisa distante. Mas falando sobre o guitarrista, ele diz que uma das coisas que mais ama em Brian é que ele tem um coração enorme. Completa dizendo que ele é muito simpático com os animais, com pessoas que não possuem tantos privilégios, e que isso é uma coisa bonita nele.

Angela comenta divertidamente sobre o cabelo de Brian e Adam concorda que ele tem um cabelo grande e volumoso. Uma de suas coisas favoritas do palco é quando a fumaça atinge os cabelos do guitarrista e então ele olha para ele e observa seus cabelos levantados.

Angela volta a falar sobre Freddie e comenta sobre sua morte devido a AIDS e sobre o fato de que Mercury manteve-se privado sobre a doença. Adam responde dizendo que ele sempre pensa consigo mesmo sobre como Freddie estaria hoje em dia. Como ele se sentiria em relação a sua sexualidade ou sobre a doença sexualmente transmissível. “Estar [com a doença] atualmente é gerenciável.”- completa Lambert.

Diz também que seria muito interessante conversar com ele agora, em 2018.
Lambert segue dizendo que “uma das coisas que aprendeu sobre Freddie com os caras [Brian e Roger] e vendo entrevistas, é que mesmo ele sendo privado com esta parte de sua vida, ele não tinha muito filtro. Ele era muito franco, então seria interessante ver como ele estaria agora porque acho que ele seria um livro aberto.” – Finaliza.