Com o primeiro show realizado em Auckland no último sábado (17), vários sites da Nova Zelândia estão publicando reviews dizendo tudo que acharam sobre a nova turnê de Queen + Adam Lambert. Além de elogios aos lendários Brian May e Roger Taylor, Lambert também tem ganhado reconhecimento por seu trabalho competente a frente dos vocais da banda.

   O Libel.co.nz declarou que “Adam não é o novo Freddie, seus talentos são muito individuais, mas tenho certeza que o senhor Mercury teria aprovado”;  o Nz Herald.co disse “a verdade é que, talvez todos os fãs do Queen já adoram-o no altar da colaboração”; para 13th Floor “a voz de Lambert permaneceu forte e clara. Ele não renunciou nem vacilou na entrega de cada música, caminhando com confiança a linha fina entre injetar parte de sua personalidade enquanto permanecia fiel a cada clássico do Queen”; Ambient Light Blog concretizou que “Lambert é sem dúvida um vocalista fascinante que quase comandou sem esforço e manteve a atenção do público durante todo o show”; já para Event Finda “É por isso que o Queen e Adam Lambert juntos funcionam muito bem. Não é uma réplica mal executada de uma banda tentando manter-se relevante; É uma homenagem maravilhosamente executada à música que tem tido tantos impactos”.

   Confira abaixo todas as reviews traduzidas:

Libel.co.Nz

Artista: Queen & Adam Lambert
Data/Local: Sábado, 17 de fevereiro de 2018 – Spark Arena, Auckland

Estava quente e cheio de vapor em Auckland noite passada e foi um alívio entrar no ar fresco da Spark Arena.

Mas não durou muito. Queen e Adam Lambert estavam na cidade e eles chegaram diretamente aos negócios com um conjunto de abertura quente, garantido para chamar a atenção de todos desde o início. Três dos seus maiores sucessos, “We Will Rock You”,  “Another One Bites The Dust” e “Fat Bottomed Girls” foram entregues em rápida sucessão, e só então o ritmo relaxou por um segundo ou dois quando Adam Lambert deu boas vindas para “todas as va***s de Auckland”, assegurando-lhes rapidamente que era um termo de carinho.

Ele não precisava ter se preocupado, o público adorava, mas era o primeiro passo em criar um vínculo entre ele e a platéia. Todos sabendo que ele tinha a tarefa aparentemente impossível de substituir uma das lendas do rock mais carismáticas da história.

Ele consolidou com sucesso esse vínculo nas próximas duas horas através de uma performance vocal virtuosa. Não há nada que o garoto não possa cantar? Ele entregou “Killer Queen” em um terno roxo sentado em cima de um robô gigante, informando-nos depois que ele dá uma boa cabeça, o que, se não for mesmo gay, Freddie, certamente o colocou lá no mesmo campo.

E enquanto Adam estava ganhando novos fãs, as estrelas do Queen estavam tocando para o convertido e trabalho sua magia para apoiar seu novo cara. Roger Taylor, um dos melhores bateristas do rock, foi um rocha sólida em um todo e também gracioso o bastante para ter uma batalha de bateria com seu percussionista, Tyler Warren e se curvar à sua técnica.

Estrela do show? Tem que ser Brian May, que tem contribuído muito para o som da banda ao longo dos anos e noite passada, trocando guitarras quase tantas vezes Adam trocou de ternos, ele nos deu classe máxima em técnica, estilo e força total. Não contente com isso, ele duetou com Freddie em “Love Of My Life” e incluiu todos nós quando ele fez sua “maior selfie do mundo”.

Há mais, alguns efeitos laser/3D inacreditáveis adicionaram visuais imaginativos e muitas vezes de tirar o fôlego durante todo o show.

A banda cantou cada sucesso noite passada, salvando o maior deles até o fim -é claro, “Bohemian Rhapsody”, completa com os vídeos originais e harmonias vocais.

Um show magnífico. Se você não viu, você deve a si mesmo obter um bilhete para o show de domingo na Spark Arena. Adam não é o novo Freddie, seus talentos são muito individuais, mas tenho certeza que o senhor Mercury teria aprovado. A multidão da capacidade da Spark Arena certamente aprovou.

Fonte
Tradução: Equipe Glamily Brasil

 

NZ Herald.co

Review Live: Queen e Adam Lambert na Spark Arena

Adam Lambert estava com a mudança de figurino sete ou oito em um dos shows de modalidade mais extravagantes de impactar nessas margens, quando eu anotei no meu editor: “Por que o Queen ainda não deveria estar tocando ao vivo?” O vocalista de ‘garganta elástica’ do século 21 de uma das bandas mais bem sucedidas do século 20, foi ao fim de duas horas, na esgotada Spark Arena que ele estava absolutamente arrasando. E por alguma razão eu me senti um pouco defensivo. Como se não houvesse “não crentes” para converter. A verdade é que, talvez todos os fãs do Queen já adoram-o no altar da colaboração que nesses dias é chamada “Queen + Adam Lambert”. E eu tenho certeza.

Sentindo como se pegar um argumento com um fã do Queen que talvez não exista mais, Queen + Adam Lambert é uma grande vitória para ambos e em matéria que provavelmente surpreende até mesmo os fãs mais terríveis de ambos artistas. Esta é, afinal de tudo, uma banda de 48 anos liderada pelo finalista do American Idol de 36 anos que nasceu sete anos depois de “Bohemian Rhapsody” ter liderado as paradas. Ele teve seus próprios sucessos e seus próprios álbuns no topo das paradas e há poucas dúvidas de que Lambert é uma estrela por próprio mérito. Mas capaz de preencher os tênis brancos Adidas de Freddie Mercury?

Sim. Crucialmente, porque desde seu primeiro passo em seu papel em 2012, Adam Lambert nunca tentou ser Freddie Mercury. “Só haverá apenas um rock god chamado Freddie Mercury”, ele anunciou em meio a aplausos, e dado que momentos antes ele também procurou aplausos para “as duas lendas do rock & roll que estou compartilhando o palco nesta noite”, ficou claro para qualquer cético de que este é um artista que entende perfeitamente seu papel.

Isto é, para honrar as músicas e a banda que criou-as. “Banda” sendo a palavra chave porque Mercury pode ter sido o rosto principal do Queen, mas há poucas silhuetas mais reconhecidas na história da música popular do que a do guitarrista de 70 anos de agora cabelos grisalhos, Brian May. “Doutor Brian May”, como Lambert o chamou, é o PHD astrofísico por trás dos clássicos do Queen como “We Will Rock You”, “Fat Bottomed Girls” e “I Want It All”.

Depois tem o baterista original, Roger Taylor – ele do falsetto quase irresponsável em “Bohemian Rhapsody” e ele da a caneta que superou os fãs “A Kind Of Magic” e “Radio Gaga”. Queen sempre foi uma banda. Mesmo o baixista notoriamente recluso e aposentado a muito tempo, John Deacon, escreveu sucessos como “Another One Bites The Dust” e “You’re My Best Friend”.

Em meio a todos os efeitos especiais bastante deslumbrantes das cabeças e mãos de robôs gigantes, de plataformas móveis, luzes laser e pumas de tiro de gelo seco; Em meio a todo o extravagancia dos figurinos de Lambert e o cabelo de May, Queen + Adam Lambert é uma experiência ao vivo que lembra exatamente o que a verdadeira “banda” Queen era. Freddie ficaria orgulhoso.

Fonte
Tradução: Glamily Brasil

13th Floor

Queen + Adam Lambert levou-nos em uma montanha russa emocional

Queen + Adam Lambert – Spark Arena, 17 de fevereiro de 2018

Após cinco anos viajando e se apresentando com o Queen, Adam Lambert manteve inquestionavelmente sua “coroa” como herdeiro legítimo do trono de Freddie Mercury. Queen e Adam Lambert aperfeiçoaram seu show com uma avalanche de sucessos sem parar em meio a elaborados shows de luz, automação e gráficos animados. Cada música permaneceu fresca e revigorada pelo encanto e vitalidade juvenis de Lambert. Não houve paradas neste ‘passeio de bicicleta’ que evocou sentimentos de alegria, nostalgia, elação e uma pitada saudável de melancolia.

Como um crítico aficionado de música e shows, devo tentar não divulgar muitos detalhes nesta review porque as pequenas surpresas durante o show é o que o mantem único, especial e inesquecível.

As multidões preenchiam ruas e cercavam a área em frente a arena, mesmo antes da abertura dos portões. Houve um zumbido de antecipação no ar e eu ouvi muitos portadores de ingressos orgulhosos e descreveram apaixonadamente as experiências passadas do show do Queen.

Ao entrar na arena, não pode deixar se cativar pelo palco. Uma enorme variedade de telas curvas envolveu todo o palco como uma posta de aterrissagem que se estendia até a metade do espaço da arena.

Vestidos de preto, o Queen iniciou o show com uma introdução de “We Will Rock You” antes de mudar rapidamente para “Hammer To Fall”. Percebi uma diferença de como esse show começou em comparação com quando a banda percorreu a Europa ano passado. Estava rapidamente se tornando uma noite cheia de surpresas inesperadas e, de fato, era!

A configuração de iluminação complexa e impressionante para o show foi evidente quando os padrões elaborados de luz consumiram o palco e toda arena. Strobes e lasers piscavam e brilhavam com a música e a gigantesca tela cheia de gráficos atraentes, animação e imagens ao vivo.

Lambert estava confortável em casa no palco, girando com o suporte de seu microfone, bombeando o punho no tempo com pausas na música e lançando olhares sedutores na multidão. No entanto, a combinação de som para a primeira coleção de músicas não apresentou adequadamente seu vocal range. As camadas vocais e as linhas de baixo para “Stone Cold Crazy”, “Tie Your Mother Down” e até mesmo “Another One Bites The Dust” eram difíceis de distinguir. Felizmente, a qualidade do som melhorou quando Lambert, em um terno rosa, sentou-se em cima da cabeça de Frank e sem esforço, cantou e posou as palavras de “Killer Queen”.

Então, Lambert é agora oficialmente o novo Mercury? Lambert abordou essa noção com uma forte proclamação de que havia apenas um rock god e foi Freddie Mercury. Ele se sentiu humilde e privilegiado por se apresentar com as lendas do rock, Brian May e Roger Taylor. Depois de cinco anos se apresentando em todo o mundo juntos, o respeito contínuo de Lambert e a genuína apreciação por sua participação na história do Queen eram admiráveis e fascinantes. Não importava que Lambert fosse escolhido a dedo por May e Taylor e que suas habilidades vocais fossem comparadas com Whitney Houston e Aretha Franklin, Lambert estava contente cantando na sombra de Freddie Mercury.

Neste ponto, o público principalmente se divertiu, mantendo os limites do seu lugar alocado. Era inevitável que os celulares fossem levados para as partes de fotografia e vídeo do show. Posso entender a necessidade de algumas fotos e vídeos curtos para manter como “lembranças visuais”, mas não vejo motivos para que muitos gravem músicas do início ao fim e impedem outros de assistir o show. Uma distração irritável que agora está forçando um número de artistas a impor restrições mais rígidas sobre a filmagem e o uso de celulares.

Na época, senti o destaque do show quando Lambert entregou uma poderosa interpretação de “Don’t Stop Me Now” seguida por um medley de músicas incluindo “Bicycle Race” e “I’m in Love With My Car” de Roger Taylor. Em uma jaqueta verde, calça preta e maquiagem impressionante, Lambert parecia um soldado vitorioso quando entregou “I Want It All” sob a plataforma de iluminação maciça que girava no tempo para a música. Estava errado porque os sucessos continuaram chegando em “tamanhos de mordida” agradáveis com shows de luz ainda mais elaborados que acompanharam o formidável baterista Taylor e o trabalho evocativo de May.

No meio da extravagância visual e da celebração da música, o espírito de Freddie Mercury estava sempre presente e permaneceu uma parte profundamente enraizada do show. As emoções foram ao máximo e as lágrimas fluíram livremente durante a interpretação de May em “Love Of My Life” com uma guitarra de 12 cordas. Outra parte emocionalmente carregada do show foi a entrega de Lambert em “Who Wants To Live Forever” sob as luzes em forma de pirâmide matizadas com as cores do arco-íris.

Durante o show, May e Taylor tiveram espaço para expressar suas habilidades honradas por décadas de apresentação. Taylor escolheu uma batalha em solo de bateria com o percussionista/baterista Tyler Warren, enquanto May emocionou o público com sua peça instrumental, Last Horizon, acompanhada de gráficos que claramente eram um aceno para o trabalho em astronomia e astrofísica. O forte vínculo e camaradagem entre os dois titãs do rock era indiscutível quando eles apresentaram “It’s A Kind Of Magic” juntos.

No final do show, a adivinhação intensa e incessante de um bis foi uma clara indicação de que o público atingiu um estado elevado e estava ansioso por mais. Queen e Lambert retornaram com “We Will Rock You” e “We Are The Champions” antes de dar uma última reverência. Eles foram acompanhados pelo colaborador de longa data Spike Edney (teclados), Neil Fairclough (baixo) e Tyler Warren na percussão e bateria.

Até o final, a voz de Lambert permaneceu forte e clara. Ele não renunciou nem vacilou na entrega de cada música, caminhando com confiança a linha fina entre injetar parte de sua personalidade enquanto permanecia fiel a cada clássico do Queen…Músicas que resistiram ao teste do tempo e se podemos dizer, até atingiu um certo tipo de imortalidade.

Quem quer viver para sempre, você pode perguntar? Bom, Freddie claramente é alguém que quer.

Fonte
Tradução: Equipe Glamily Brasil

Ambient Light Blog

Queen + Adam Lambert, Auckland NZ, 2018

Queen + Adam Lambert
17 de fevereiro de 2018
Spark Arena, Auckland, Nova Zelândia

Mesmo com a anual Parada do Orgulho [LGBTQs] que ocorreu em Ponsonby, a Spark Arena foi o lugar mais quente para estar na noite de verão morno, tanto literal como metaforicamente, com o retorno da poderosa Queen e Adam Lambert que acendeu o calor ainda mais com um show opressor. Uma casa cheia para a primeira noite dos dois shows de Auckland do Queen, foi a prova de que o sua atratividade tem tudo menos diminuído durante a carreira de quatro décadas da banda como uma multidão na arena para uma noite de puro e inalterado rock n roll.

Tenho recebido elogios pela review da última vez que eles visitaram a Nova Zelândia em 2014, a expectativa foi alta para um show que prometeu entregar uma produção pronta. E certamente não ficou fora das expectativas. Na verdade, superou-as repetidamente. Isso foi muito mais do que apenas um setlist com grandes sucessos; Realmente foi um tipo especial de magia que entregou um banquete tanto para os ouvidos quanto para os olhos. Uma armadilha convexa adornada com Queen + Adam Lambert esticada de um lado para o outro, com uma passarela que esticou um terço do comprimento da arena, sinalizou um show de perto e pessoal, e eles não decepcionaram. A partir do momento em que apareceram no palco, a banda teve o público fascinado.

E o que se seguiu foi uma caminhada de duas horas pela proverbial faixa da memória; um set de grandes sucessos verificáveis entregues com um impulso implacável que teve uma parte do público dançando e cantando no topo de seus pulmões em um aceno de cabeça para o abandono imprudente de ontem. Iniciando com a infame batida de “We Will Rock You”, a banda rapidamente seguiu para “Hammer To Fall” do álbum de 1984, The Works, que foi rapidamente seguida por uma versão ardente de “Stone Cold Crazy”. As músicas vieram espessas e rápidas para a primeira parte do show, mas não foi até o final de “Fat Bottomed Girls” que Lambert se dirigiu a multidão, implorando para todas suas “irmãs, todas as va***s” entrar em suas bicicletas, o que ele rapidamente esclareceu foi, de fato, um termo de carinho. Lambert é sem dúvida um vocalista fascinante que quase comandou sem esforço e manteve a atenção do público durante todo o show. Com nada menos do que seis mudanças de figurinos, Lambert não só trouxe seu poder vocal, mas também pegou cada centímetro de uma estrela do rock. No entanto, Lambert não é uma diva. Em vez disso, ele parece humilde e grato por sua posição como o vocalista de uma das bandas de rock mais adoradas na história, fazendo uma pausa durante o show para admitir que mesmo após cinco anos se apresentando com o Queen, ele ainda precisa se beliscar diariamente [para acreditar onde chegou]. Lambert também tomou o tempo para um sentimento de sinceridade até o final e lamentou pela falta de Freddie Mercury, reconhecendo seu caráter e carisma único, reforçando que realmente “nunca haverá outro Freddie”.

A memória de Mercury estava bem e verdadeiramente viva ao longo do show, fazendo várias aparições em imagens de arquivo na tela convexa suspensa acima do palco, pois seus vocais distintos preenchiam a arena. O lendário Brian May também fez seu próprio tributo, questionando o público se eles amam e sentem falta do Freddie, o que, obviamente, foi encontrado um retumbante SIM e gritos de adoração, antes de May, sentado em um banquinho no final da passarela com uma guitarra de 12 cordas na mão, lançar-se em uma performance acústica requintada de “Love Of My Life”, completa com os vocais de Freddie cantando para um coro final. Esta é uma banda que não só reconhece, mas abraça seu passado e seu presente, e sem cair na armadilha de um tributo clichê.

O show teve tantos momentos espetaculares que a mente fica confusa tentando lembrar de todos; de Lambert sentado em cima da cabeça de um grande robô que surgiu debaixo do palco (seu nome é Frank e aparentemente ele “da uma boa cabeça”); May subindo acima do palco para entregar um longo e violento solo de guitarra para acabar com todos os solos de guitarra; Roger Taylor assumindo os vocais em partes de “Under Pressure” e “It’s A Kind Of Magic”; mais solos de guitarra e solos de bateria; máquinas de fumaça, cânones de confetes e um dos mais impressionantes show de luzes que você provavelmente já viu. “Who Wants To Live Forever”, completa com um efeito de iluminação prismática, foram partes iguais hipnotizantes e de pura magia.

E claro, nenhuma apresentação do Queen seria completa sem “Bohemian Rhapsody”, que misturou magistralmente os vocais e imagens do videoclipe original da faixa no meio da música. Fechando a noite na inspiração de “We Are The Champions”, com Lambert e May adornados com roupas reais inspiradas no rock, terminando a noite em alta intensidade. Nunca a qualidade atemporal do Queen foi mais evidente do que agora, pois sua música continua soando como uma nova geração. Este é um show que não deve ser desperdiçado.

Fonte
Tradução: Glamily Brasil

Evetin Finda (trechos adaptados)

Review: Queen & Adam Lambert 2018

Foi em 2014 quando eu escrevi minha última review de Queen + Adam Lambert. Em uma noite fresca de setembro, eu entrei na Vector Arena com o meu pai. Nós passamos penas e brilhos, aqueles exuberantes e aqueles mais subjugados, atraídos por Lambert, Queen ou os ambos. Eu tive poucas experiências relacionadas ao Queen porque não é surpresa que Freddie nunca deveria ser replicado. Fiquei agradavelmente surpreso por dizer o mínimo e e escrevi minha review mais brilhante.

Avanço rápido para noite passada, e não mudou muito…exceto o nome do local (agora Spark Arena). Havia as multidões de fãs leais do Queen e fãs de Adam que lotaram as ruas e as cabines de merchandise ao redor. 

Ao olhar ao redor do salão do teatro, há menos penas e lantejoulas e mais camisetas do merchandise escritos “Queen” ou “Adam Lambert”.

O show começa com o robô da capa do álbum “News of The World”, do Queen. Ele quebra uma gaiola para revelar a banda e Lambert no palco abrindo uma pequena introdução de “We Will Rock You”. A multidão aplaude e salta diretamente em seus pés. Após a sua introdução, ouço “SleepingverysoundlyonaSaturdaymorningIwasdreamingIwasAlCapone…” sendo cantado alto no meu ouvido. Meu pai estava radiante cantando “Stone Cold Crazy” e ele ganhou vida com as letras e ritmo acelerado que alguns conheciam, balançando para cima e para baixo como se tivesse 21 anos novamente. 

“Another One Bites The Dust” teve o rugido da multidão, seguida suavemente por “Fat Bottomed Girls” quando Lambert convocou suas irmãs. Nós começamos com um bom início e o público aprovou. Adam retornou – após a rápida mudança de figurino – posando na cabeça do robô (quem aprendemos a chamar de Frank). Em um terno em forma de fúcsia, ele canta “Killer Queen” com seu toque natural e exibicionismo emparelhado com suas habilidades vocais incríveis. Ele tirou um momento para dar boas vindas a Auckland e observa o que os iniciantes estariam pensando – “Vocês provavelmente notaram que não sou o Freddie…não mesmo!” A multidão se delicia.

“Há apenas um rock god…Freddie Mercury!” A múltidão vai a loucura pelo artista que deixou sua marca registrada neste mundo.

Provavelmente, este é um ponto pertinente, sabiamente reconhecido pelo próprio Lambert antes de chegar tão longe no show. Lambert não é o Freddie e ele não tenta ser. Ele se encaixa bem com o Queen com sua habilidade vocal impressionante que atinge alturas fenomenais, e seu exibicionismo que comanda o palco – como fez Freddie – mas ele faz a sua maneira, com suas habilidades falando por ele mesmo. É por isso que o Queen e Adam Lambert juntos funcionam muito bem. Não é uma réplica mal executada de uma banda tentando manter-se relevante; É uma homenagem maravilhosamente executada à música que tem tido tantos impactos.

A banda toca sucessos como “Bicycle”, “Don’t Stop Me Now”, “I Want It All” e muitos outros. Roger Taylor tem seu holofote cantando “I’m in Love With My Car” e “Crazy Little Thing Called Love”. Ele faz bem e intensifica mais do que ele fez em 2014.

Brian May interpretou lindamente “Love Of My Life” sentado com sua guitarra sob o holofote no fundo da pista, o mesmo que ele fez antes. Eu costumava me queixar de repetir o mesmo conteúdo da mesma maneira, a beleza e dupla sem esforço com Freddie na tela de um show é tão cativante que simplesmente não posso reclamar.

O set foi muito divertido, e a iluminação executou perfeitamente ao longo do show. Frank o robô foi usado de maneira de transição entre conjuntos e para mudar o estágio que garantiu que nunca houvesse um momento de aborrecimento.
Lambert conseguiu seu momento independente neste show, apresentando sua “Whataya Want From Me”.
O que ficou claramente evidente depois que Lambert e Queen passaram um tempo na estrada juntos, é que eles são confiantes juntos e sem esforço. Cada um permite ao outro, e de forma independente eles não poderiam fazer o que fazem juntos. Eles têm uma adaptação natural que credita a capacidade vocal da música, a capacidade vocal de Freddie e Lambert, tem a capacidade de atrair um grande número de pessoas demográficas entre eles. Em suma, eles melhoraram nos últimos anos juntos. O show inteiro se encontrou – se não excedido – minhas expectativas e a audiência concordou.

Fonte
Tradução: Equipe Glamily Brasil

   Nós também publicamos a review completa publicada pela “Stuff.co.nz”, sobre o show de Queen + Adam Lambert em Auckland, no sábado (17). Se ainda não leu, leia agora a matéria traduzida.